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sábado, 31 de julho de 2010

Sonhos - Parte 2

Como citei no post anterior, a Psicanálise descobriu que os sonhos eram processos mentais e que tinham significado. Vou seguir a mesma linha de raciocínio que o Freud usou no livro, falando primeiro do significado e depois dos processos mentais responsáveis pela formação dos sonhos.

Ok, os sonhos têm significado. Mas como desvendar que significado é esse?

A técnica empregada pela Psicanálise é muito simples (o fato de ser simples não significa que seja fácil): perguntar ao sujeito que sonhou o que ele acha que o levou a ter aquele sonho e o que os elementos presentes no sonho o fazem lembrar*. E devemos prestar total atenção a tudo o que ele disser, pois suas palavras darão a pista para a explicação, não importando se ele diz saber exatamente do que se trata, não saber ao certo, ou não ter a menor idéia. Qualquer tipo de resposta já é um primeiro caminho para se chegar ao significado, uma primeira associação do conteúdo misterioso, e muitas vezes confuso, do sonho à idéia que lhe deu origem.

Esta técnica é chamada de associação livre e consiste em estimular o paciente a trazer à consciência uma sequência de idéias que se encadeiam e se aproximam cada vez mais do conteúdo mais profundo e inacessível do inconsciente.


* Outra pergunta comumente feita pelo psicanalista diz respeito ao sentimento presente no sonho, prazer, ódio, vergonha, culpa; mas vou deixar para falar disso mais para a frente.

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